Introdução a Viagem

Como tudo começou

Desde jovem eu sempre sonhei em fazer uma viagem de volta ao mundo, com mochilão nas costas e seguir o caminho do vento. Mas as ocasiões na época não me permitiram entrar nesta aventura. O tempo foi passando, entrei pra faculdade e comecei a trabalhar, e mais uma vez não pude embarcar neste sonho.

Chegou meu aniversário de 30 anos. Foi nesta época que recebi vários comentários de amigos dizendo: Sascha, pensa o que você já fez, pensa o que você deixou de fazer e gostaria ter feito, e faça antes que seja tarde. Esse foi o pontapé que eu precisava para realizar meu sonho e fazer a tão desejada viagem de volta ao mundo.

Organização da viagem

Com a decisão tomada, estava na hora de fazer o planejamento. Começaram a aparecer as questões: Por onde iniciar a viagem? Quais países realmente quero visitar? Qual roteiro devo seguir? Quanto tempo devo ficar em cada lugar? Quanto dinheiro vou precisar?

Em seguida vieram as sugestões da família, dos amigos e de uma infinidade de pessoas através da internet. Após refletir por um bom tempo e fazer umas contas básicas, decidi fazer somente um macro planejamento da viagem, e com o andar da carruagem detalhar os próximos passos.

A principal decisão foi iniciar a viagem pela Nova Zelândia e seguir a viagem acompanhando o caminho do sol. Isto é, me mover de acordo com as estações do ano. Assim que iria começar a esfriar no hemisfério sul, no caso, na Austrália eu partiria para a Ásia. Rumando posteriormente pra Europa, visitando alguns países da África, e descendo da America do Norte de volta para o Brasil passando por alguns países Latinos.

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Agora que eu já estava convicto da viagem e com o roteiro em mente, estava na hora de conversar com o meu chefe da empresa onde eu estava trabalhando, a APPI Tecnologia. Ao contar a primeira vez  o meu projeto “Volta ao Mundo” ao meu diretor, Luis Filipe Cavalcanti, ele não acreditou muito que eu estava disposto a largar tudo para viver um sonho e resolveu deixar isso de lado, achando que eu iria esquecer isso. Após umas semanas voltei a conversar novamente com ele sobre o projeto, a partir daí ele começou a levar a sério o meu sonho e foi buscar ajuda ao nosso presidente, o Alexandre Pi. E aí que começa a parte interessante da história. O Pi adorou a idéia desde o inicio, e logo em seguida, ainda no horário do expediente, saímos pra tomar um chopp. Ele queria saber todos os detalhes desta aventura. Talvez possa dizer que ele ficou mais empolgado do que eu. Ficamos tomando chopp e conversando por várias horas, durante as quais eu contei tudo que eu imaginava que iria fazer nesta viagem. Ao final chegamos a um acordo: a APPI iria me proporcionar trabalhar remotamente durante todo o tempo. Vocês não sabem a felicidade que isso me proporcionou, e é claro que simplificou muito a minha vida. Mesmo com os vários pré-requisitos que a empresa estabeleceu. Agora era só organizar o meu trabalho e partir rumo ao desconhecido.

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